Senador propõe corte no fundo eleitoral para subsidiar conta de luz de famílias de baixa renda
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O senador Cleitinho (Republicanos-MG) defendeu nesta quarta-feira (23), em discurso no Plenário, o redirecionamento de verbas públicas destinadas ao fundo eleitoral e partidário como forma de custear políticas sociais — entre elas, a isenção da conta de luz para famílias de baixa renda.

A declaração foi feita durante a discussão sobre a proposta do Governo Federal que pretende ampliar os subsídios à tarifa de energia para os consumidores mais vulneráveis. O parlamentar afirmou apoiar a iniciativa, desde que o ônus não seja repassado à população em geral.

“Tire R$ 4 bilhões do fundo eleitoral, do fundo partidário. Eu estou aqui pronto para votar, à hora que quiser. Você quer mesmo resolver o problema do povo e ficar do lado do povo? Tire dos políticos e dê para o povo! Faça igual ao Robin Hood: tire dos ricos e dê para os pobres”, declarou.

Segundo Cleitinho, o uso de recursos públicos por partidos políticos não é justificável diante das necessidades urgentes da população, especialmente em um momento de pressão sobre os preços e alta carga tributária sobre serviços essenciais.

O senador também sugeriu outras fontes de financiamento para custear a isenção na conta de luz. Entre as alternativas apresentadas, estão o redirecionamento de recursos de empresas estatais como a Eletrobras e Itaipu Binacional, além da redução de despesas com publicidade institucional dos órgãos públicos.

Durante seu discurso, Cleitinho citou o exemplo de contas de energia elétrica com altos encargos como argumento para reforçar a proposta. Segundo ele, em uma conta de R$ 300, apenas R$ 90 correspondem efetivamente ao consumo de energia, enquanto os R$ 210 restantes seriam tributos, encargos e taxas.

“Tem muita gente pagando por algo que não consome. Não é justo que o brasileiro pobre continue arcando com isso enquanto se gasta bilhões em campanhas políticas. Está na hora de rever nossas prioridades”, afirmou.

A proposta ainda deve gerar debate entre os parlamentares nas próximas sessões, especialmente diante das discussões em curso sobre a reforma tributária e o papel das estatais no setor elétrico.

Fonte: https://canalsolar.com.br

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